Para que procurar fora o que temos em casa?

Fonte: Adviser Consultoria

Embora que o título soe um tanto amoroso, quase como um flerte, assim como nas relações conjugais, as relações de negócios também carecem de surpresas, de tempos em tempos serem reaquecidas, de forma a manter ativa a relação afetiva. Mesmo parecendo uma coluna de conselhos amorosos entre casais, aqui trato das relações afetivas entre empresas e consumidores. O consumidor, assim como as esposas e os maridos precisam ser de tempos em tempos, ter o seu amor regados a surpresas e regalos.

Observo que no período ao qual estamos vivendo, especialmente com o advento da internet, as mudanças as quais estamos passando exigem cada vez mais de todos, esforços que há pouco pareciam fúteis, talvez até desnecessários. Na mesma toada é fato que essas mudanças de comportamentos, aos quais estamos vivenciando são sim uma nova realidade, gostando ou não.

O velho e saudável aperto de mão, virou algo da história; o abraço carinhoso e afetivo, quando há, é feito sob desconfiança, e sem falar na máscara, antes usada em casos extremos, agora é um adereço do dia-a-dia, inclusive com vários modelos, cores e adereços.

Dito isto, tudo tem afunilado para a internet. As empresas, algumas na marra tem visto na internet o catalizador para a sua subsistência (algumas sua sobrevivência) de seus negócios. As suas vendas, o seu networking, a sua relação com o mercado. A internet tem sido a salvação de muitos, salvo raríssimas exceções.

Setores tradicionalmente fortes, porém conservadores estão sendo pulverizados, em detrimento de um inimigo incomum, e invisível, que chegou para chacoalhar todo um sistema econômico e social que estávamos habituados até então. O estranho agora é não usar máscara? Duro de admitir, mas é verdade.

Pensando nisso, a internet, por ser uma das mais poderosas ferramentas inventadas pela mão humana, está sendo o divisor de águas entre quem quer ficar e se manter no mercado, para aqueles que deixarão a vida terrena dos negócios.

Nesse sentido, por não haver fronteiras para o www... é necessário que as empresas locais também busquem nesse instrumento a saída para os seus negócios, indiferente da atividade que exerça. Sites, e-commerce, mídias sociais, softwares na cloud são algumas das ferramentas que precisarão ser melhor exploradas. Vejo muito a educação, um sistema ainda muito tradicional sendo obrigado a se reinventar da noite para o dia. Não houveram privilégios para ninguém.

Falando ainda da internet, esta semana mesmo comprei e paguei algumas pizzas pelo aplicativo, e em poucas dezenas de minutos, lá estava ela, ebolindo calor entre o papelão, bem na minha mesa. Que conforto, não? Comprar, pagar e comer, sem sair de casa. Claro que os serviços delivery por exemplo, não chegam a ser uma novidade, mas foi um dos mais importantes, para setores que até então não usavam desse mecanismo.

Então, se o leitor que semanalmente me acompanha neste singular veículo perceber... não é porquê estamos no interior, que não podemos vender pela internet... mesmo empresas locais passaram a perceber que essa ferramenta, quando bem explorada traz excelentes resultados. Nesse sentido, se for consumir pela internet, busque consumir das empresas locais. Ajudem a fortalecer nossas empresas, e preservar nossos empregos.

 

Inácio Pereira - Economista

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